Gastou R$ 0 no plano. Não por ser saudável.
Hipertenso havia anos, medicação abandonada, nenhum exame preventivo — e sinistro zero no ano anterior. Baixo uso do plano pode esconder risco em vez de eficiência: quem não aparece em relatório nenhum é onde mora o evento caro.
- R$ 0
- de sinistro no ano anterior
- 4
- condições silenciosas achadas
- R$ 1.861
- de check-up multi-especialidade
O que estava acontecendo
Hipertenso havia anos, sem exames preventivos e com medicação interrompida por conta própria. No sinistro, parecia custo zero. Na prática, era risco acumulando em silêncio.
Como a Axenya agiu
A Axenya sustentou o contato até destravar um check-up multi-especialidade. O investimento de R$ 1.861 revelou quatro condições silenciosas: pré-diabetes, alteração hepática, hipertensão noturna (captada no MAPA de 24h, que mede a pressão inclusive durante o sono) e investigação urológica. Daí em diante foram 12 meses de mudança de hábito acompanhada mês a mês — academia, bicicleta e nutrição.
O resultado
15 kg perdidos, pressão normalizada a ponto de o cardiologista suspender o remédio, e alta do acompanhamento intensivo em 12 meses.
Custo evitado (faixa): R$ 30 a 100 mil — um infarto ou AVC nos próximos 5 a 10 anos, em faixa probabilística.
O que isso significa para o RH
Este é o caso que ajuda o RH a enxergar o colaborador invisível: quem não aparece na fatura hoje pode virar o maior evento amanhã. A gestão ativa não espera o custo acontecer. Ela cria a ponte para diagnóstico, hábito e acompanhamento.
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