Hipertenso havia anos, medicação abandonada por conta própria, nenhum exame preventivo. Baixo uso do plano pode esconder risco, não eficiência — é o tipo de quadro que acumula em silêncio até virar um infarto ou um AVC.
Diagnóstico de hipertensão antigo, remédio interrompido por decisão própria, nenhum exame no ano anterior. Gasto no plano: R$ 0 — e essa é a parte perigosa. Um painel de sinistro mostraria esse colaborador como o mais barato da carteira.
Risco cardiovascular não gera fatura enquanto não estoura. Depois que estoura, gera a maior fatura do ano e um afastamento junto.
Diagnóstico antigo, medicação abandonada, nenhum exame no ano anterior. Gasto no plano de R$ 0 — não por se cuidar, mas por não se cuidar.
Check-up multi-especialidade de R$ 1.861, que revelou quatro condições silenciosas: pré-diabetes, doença no fígado, pressão alta noturna e doença da próstata.
Mudança de hábito acompanhada mês a mês — não uma campanha de três semanas. Com a pressão normalizada, o cardiologista chegou a suspender o remédio.
Graduou do acompanhamento intensivo em 12 meses, com as quatro condições endereçadas antes de qualquer evento agudo.
R$ 1.861 de check-up contra a faixa de um evento cardiovascular. A diferença não é de percentual, é de ordem de grandeza — e o único jeito de capturá-la é encontrar a pessoa antes do evento.
Numa carteira, esse colaborador aparece como o mais barato. É o oposto: é o que tem a maior probabilidade de virar o evento mais caro do ano seguinte, sem nenhum sinal no relatório de utilização.
Das quatro condições, a hipertensão noturna é a que melhor mostra por que o exame importa: ela foi identificada no MAPA de 24 horas — exame que mede a pressão a cada 30 minutos, inclusive durante o sono.
Captou picos durante o sono que não apareciam na medição de consultório. É a captura típica que passa despercebida em check-up tradicional.
Não é um quinto achado: é um dos quatro, e está contado uma vez só.
Os 15 kg não vieram de um programa novo: vieram de academia, bicicleta e acompanhamento nutricional, sustentados ao longo de 12 meses com contato mensal. É a parte que não cabe numa campanha de três semanas — e a que decide se a pressão fica normalizada ou volta.
O desfecho mais eloquente é o do remédio: com a pressão normalizada, o cardiologista chegou a suspender a medicação. Não é a plataforma que decide isso, é o especialista — e ele só teve com o que decidir porque havia 12 meses de trajetória registrada.
Encontramos quem não aparece no relatório, levamos ao diagnóstico e sustentamos o tratamento mês a mês. Não vendemos plano. Gerimos saúde.