Da UTI de volta ao trabalho em 12 meses
AVC isquêmico aos 34 anos, sem fator de risco clássico, três dias em UTI. A Axenya não previu o evento: entrou 13 dias depois, na alta. O que este caso documenta é a reabilitação coordenada que veio em seguida — e o retorno ao trabalho em 12 meses.
- 1 em 3
- jovens com AVC não volta ao trabalho em 1 ano
- Voltou
- após 12 meses de reabilitação coordenada
- 12
- acompanhamentos mensais coordenados
O que estava acontecendo
AVC isquêmico aos 34 anos, sem fatores de risco clássicos. A Axenya entrou 13 dias depois do evento, quando ele saía da UTI ainda dependente.
Como a Axenya agiu
Acompanhamento mês a mês da reabilitação, coordenando fisioterapia, terapia ocupacional, neurologista e vigilância de sinais de recorrência. O foco foi não deixar a jornada se perder depois da alta.
O resultado
Voltou a trabalhar após 12 meses de reabilitação coordenada, com zero recorrência e zero ida ao pronto-socorro pós-AVC.
Custo evitado (faixa): R$ 60 a 180 mil — um ano de afastamento que não se converte em retorno — substituto, perda produtiva e reonboarding.
O que isso significa para o RH
A Axenya não previu nem evitou o AVC. O valor do case está no depois: quando a pessoa sai do hospital e a empresa precisa de coordenação para que a reabilitação não se perca. Os 12 meses não são medida de velocidade — não existe prazo médio de afastamento na literatura com que comparar. São a duração da reabilitação coordenada que sustentou o retorno, num quadro em que cerca de 1 em cada 3 jovens não volta a trabalhar em um ano.
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