Voltar ao site
Caso real · cuidado contínuo · homem, 36 anos, força de trabalho qualificada

Da UTI de volta ao trabalho em 12 meses.

AVC isquêmico aos 34 anos, sem nenhum fator de risco clássico. Três dias em UTI. A Axenya não previu o evento — entrou 13 dias depois, quando ele saiu da UTI ainda dependente. O que este caso documenta é o que veio em seguida.

  • Depois do evento agudo, a alta hospitalar é onde o acompanhamento costuma parar.
  • Reabilitação exige três especialidades conversando; sem coordenação, ninguém conversa.
  • Entre 30% e 40% dos jovens com AVC não voltam ao trabalho em um ano.
1 em 3jovens com AVC não volta ao trabalho em 1 ano
Voltouretorno laboral após 12 meses de reabilitação coordenada
12acompanhamentos mensais coordenados
R$ 60 a 180 milde um ano de afastamento sem retorno
O ponto de partida

O evento já tinha acontecido — e é aí que a maioria dos casos para

AVC do tipo isquêmico — um vaso entupido no cérebro — aos 34 anos, sem fatores de risco prévios conhecidos. Três dias em UTI. Este case não vende prevenção: quando o acompanhamento começou, o dano já estava feito e ele saía da UTI dependente.

O valor está no intervalo seguinte, que quase nunca é gerido: o da reabilitação. É nele que se decide se a pessoa volta a trabalhar ou não volta — e essa é a comparação certa. Entre jovens que tiveram AVC, de 30% a 40% não voltam ao trabalho em um ano (Kwok, 2025). Ele voltou.

Por isso os 12 meses aqui não são uma medida de velocidade: não existe, na literatura, um prazo médio de afastamento com que comparar. Os 12 meses são a duração da reabilitação coordenada que sustentou o retorno.

O que aconteceu

Doze meses de coordenação, uma especialidade puxando a outra

O evento
AVC aos 34 anos, sem aviso

Um vaso entupido no cérebro, sem nenhum fator de risco conhecido. Três dias na UTI.

A entrada da Axenya
13 dias depois, saindo da UTI

O acompanhamento começou quando ele saiu da UTI, ainda dependente. A Axenya não previu o AVC, e o material não afirma isso.

O que a Axenya fez
Acompanhou a reabilitação mês a mês

12 acompanhamentos mensais, coordenando fisioterapia, terapia ocupacional e neurologista — as três em conversa, não em paralelo.

O resultado
Voltou a trabalhar em 12 meses

Da dependência total ao retorno laboral, com zero recorrência e zero nova ida ao pronto-socorro.

Retornou ao trabalho dia 04/08, está restrito para esforço físico.nota de enfermagem registrando o retorno laboral · 19/ago/2025
O que isso vale

O custo de um AVC não é a internação — é o ano seguinte

A UTI tem preço fechado e prazo curto. O afastamento prolongado é que não tem teto: substituto, perda de produtividade, reonboarding — e a chance de o retorno nunca acontecer.

CUSTO QUE ISSO EVITA
R$ 60 a 180 mil
é o impacto de um ano de afastamento que não se converte em retorno, somando substituto, perda de produtividade e reonboarding. Vem em faixa: é o cenário em que o retorno não acontece — e aqui ele aconteceu.
O que a coordenação faz que a alta hospitalar não faz

A reabilitação é um projeto com três especialidades e nenhum dono. O acompanhamento é o dono.

Fisioterapia, terapia ocupacional e neurologia trabalham em ritmos diferentes e não se falam por padrão. Sem alguém puxando o calendário, o paciente vira o gerente do próprio caso — justamente quando está menos capaz disso.

Alta da UTI, dependente
12 acompanhamentos mensais
Três especialidades coordenadas
Retorno ao trabalho em 12 meses
Como estes números foram construídos

Transparência sobre o método é parte do material

  1. Caso real, anonimizado. Marcos de reabilitação documentados em 12 evoluções mensais. Toda frase entre aspas é literal, de nota datada.
  2. A Axenya não previu o AVC. O acompanhamento começou 13 dias depois do evento. O que este caso documenta é a reabilitação e o retorno ao trabalho — ler como prevenção seria falso.
  3. Custo em faixa, no cenário em que o retorno não acontece. Faixa de impacto de um ano de afastamento sem retorno no mercado brasileiro — substituto, perda de produtividade e reonboarding.
  4. Os 12 meses não são comparação de velocidade. A referência (Kwok, 2025) informa uma proporção — de 30% a 40% dos jovens com AVC não voltam ao trabalho em um ano — e não uma duração mediana de afastamento. A comparação que este caso sustenta é binária: ele voltou, num quadro em que cerca de 1 em cada 3 não volta.
A Axenya é a plataforma inteligente de saúde corporativa.

Quando o evento já aconteceu, coordenamos a reabilitação mês a mês até o retorno — e seguimos acompanhando depois. Não vendemos plano. Gerimos saúde.

Caso real, anonimizado por descrição demográfica. Custo estimado em faixa, referente a um ano de afastamento sem retorno — não é economia realizada. Os 12 meses são a duração da reabilitação, não uma comparação de velocidade. Documentação clínica em 12 evoluções mensais, disponível sob NDA.